segunda-feira, 10 de abril de 2017

Pequenices Rapidíssimas.

Voltávamos do curso de Inglês. Pequeno, então, me diz:

- "Sabe o meu colega o "fulaninho"?

- "Aham. O que tem ele?"

- "Faz duas aulas que ele não vem. A teacher disse que ele tá doente, tá  com gastrovertites."

- "Gastroenterite, filho."

- "É ... então ... gastrover ... como era mesmo? Isso é grave, mãe?"

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Temos duas fotos expostas na nossa sala. Uma da família do marido e outra da minha família. Uma maneira que temos de mantê-los pertinho sempre.

Pequeno, vira e mexe, passa pela foto da minha família, pega o porta retrato, olha pra foto, essa daqui debaixo


e sempre comenta:

- "Não dá pra passar por essa foto e pensar que meu vô tá a cara do Nicolás Maduro!"

Humpf! Mais quisera o Nicolás Maduro chegar à sola do sapato do meu pai ...


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- "Mãe! Tu vai me comprar ovo de Páscoa, né?"

- "Não vou, não."

- "Mãe!"

- "Tá muito caro, menino ... deixa passar a Páscoa que eu te compro chocolate."

- "Poxa, mãe! Tudo bem que eu sei que Coelhinho da Páscoa não existe, que quem dá chocolates são os pais, que tem que comprar. Eu sei que alguns ovos estão bem caros, também sei que depois que passa a Páscoa eles baixam de preço, porque as pessoas não compram. Mas, mãe ... Páscoa é Páscoa ... e eu ainda sou uma criança, né?! Não tem graça nenhuma ganhar chocolate depois, porque daí vai se tratar de um dia normal ... e não Páscoa. Entendeu? "

Golpe baixo o dele ...

terça-feira, 28 de março de 2017

"As parada" no metrô.

Esperava o metrô numa das  estações de Copacabana. Voltava de uma consulta médica e não via a hora de chegar em casa. 

Não gosto "da Copacabana" ao redor das 17hs: mistura os turistas que voltam cansados dos passeios, com os velhinhos que andam sem pressa, seus acompanhantes e suas bengalinhas, mais o pessoal que começa a sair do trabalho - esses sim, com pressa de chegar em casa - e também as crianças saindo das escolas. Junta tudo e vira uma bagunça estressante. Caminhar pelas ruas de lá com toda essa muvuca e ainda dividindo a calçada com os milhares de ambulantes que montam suas tendas por todos os lugares, fica bem difícil. Queria me teletransportar de lá o mais rápido possível.

Estação lotada e o metrô demorando para chegar. 

Até que, finalmente, chegou. Já cheio. Quase impossível conseguir um lugarzinho para entrar. Mas consegui, naquele empurra-empurra aonde a gente segue o fluxo meio que por inércia. Vai indo, mesmo sem querer ir.

Quando a porta do vagão estava quase fechando, entraram dois moços correndo, gargalhando. A porta fechou e eles seguiram o papo que provavelmente estavam tendo antes: um mostrou orgulhoso para o outro a foto da "amiga" que havia respondido sua mensagem no WhatsApp. Um se gabava em alto e bom tom e o outro se limitava a sorrir e fazer comentários do tipo "É! Ela é goshtosa merrrmo!". Aquele tipo de situação aonde a gente até gostaria de ser surdo, para não ouvir coisas do tipo. Mas, enfim ... não tinha pra onde ir, tinha que ficar ali mesmo.

De repente começaram a falar de filhos. O que havia recebido a resposta da "amiga goshtosa merrrrmo" disse que havia feito uma trilha no final de semana com os dois filhos pequenos. Umas duas horas de trilha, morro acima, "quase matou os muleque" (palavras textuais) de tanto caminhar. Pensei cá com meus botões: Pobre crianças!

O amigo perguntou quantos filhos ele tinha (pelo visto nem eram tão amigos assim ...). O "garanhão do WhatsApp" respondeu que tinha dois. Alguns segundos depois, respondeu que tinha uma outra, de uns 14 anos, talvez. O amigo, então, perguntou: "Como assim, talvez? Tu não tem contato com ela, maluco?".

Foi então que presenciei os diálogos mais insanos dos meus últimos tempos:

- "Pô, maluco! Eu paguei pensão pra ela uns meses ... daí logo depois a mãe dela se juntou com um maluco lá da comunidade, daí parei de pagar pensão e sumi."

- "Pô, maluco! Mas era tua filha. Tu não registrou?"

- "Registrei, registrei ... dei meu nome pra ela."

- "Pô ... então?"

- "Ah, maluco! Eu é que não ia ficar sustentando os macho da mãe dela, pô!"

- "Que isso, maluco? Tu não ia sustentar o marido dela, tua ia sustentar tua filha."

- "Quê? Eu ia pagar as cerveja que a mãe dela bebe, isso sim ... bebe feito uma maluca, aquela doida!"

- "Pô, maluco! Tu não ia pagar cerveja ... tu ia pagar o leite da tua filha."

- "Que isso, maluco! Não sou otário não. Ela arrumou um pai pra filha dela, tirei meu time de campo. Tá doido? Pagar pensão por uns 20 anos ... eu, hein?!"

Eu juro que morri de vontade de encher aquele "maluco" de bofetadas. Nunca vi alguém vomitar tanta besteira boca a fora em tão poucos segundos. O idiota ainda ria e falava em alto e bom tom, pra todo mundo ouvir que ele não era "otário". O maior otário de todos os tempos, isso sim! Mentalizei o mantra do "não te mete que isso não te diz respeito" e rezei para que chegasse minha estação logo de uma vez, pelo menos antes de que enforcasse aquele idiota, maluco!

Nisso, grudadinho na minha cintura, um pouco à direita, vejo um menininho, com o rostinho perdido em meio aquele povaréu todo do vagão, agarrado na perna do pai que tinha um violão à tiracolo, numa mão algumas sacolas e com a outra, com bastante dificuldade, tentava se equilibrar com o movimento do metrô e segurar o filho ao mesmo tempo. Sorri para o menininho, que respondeu com um sorriso tímido. Fiquei com pena de ele ter que ouvir aquele monte de besteira.

Vi ali naquela cena que nem tudo estava perdido. Existem PAIS de verdade, daqueles que além de dinheiro dão proteção, segurança e carinho. Pensei no meu amore, que é um pai maravilhoso para nosso filho. Lembrei de todos os pais maravilhosos que fazem parte da minha vida, dos meus irmãos, meus cunhados, meu pai, meu sobrinho, meus amigos. Benditos sejam todos esses pais!

Finalmente chegamos na minha estação. O "maluco" e o otário, com certa lentidão me deram licença pra sair. Desci do vagão, dei uma olhada de reprovação fulminante para o "maluco otário"  e respirei aliviada. Agradeci por não precisar seguir viagem com aquelas criaturas. Deu tempo de dar tchauzinho para o menininho que seguia espremido entre os outros passageiros.

Pô, maluco! Tô pra te dizer que andar de metrô no Rio de Janeiro rende boas ... e péssimas histórias.

quinta-feira, 2 de março de 2017

Uma Mão Cheia.

Hoje completamos 5 anos morando no Rio. 5 anos. Uma mão cheia.

Alguns dirão: "?" ... mas a verdade é que temos a sensação de que estamos aqui "uma vida inteira".

Viemos meio que "na aventura", para tentar ver "como vai ser", com planos de ficar por aqui, quem sabe, uns 3 anos.

E 5 anos depois, posso dizer que realmente foi uma grande aventura. Foi como havíamos pensado? Por vezes sim, por vezes não. Pra bom e pra pior. E os 3 anos, até o momento, se transformaram em cinco.



Eu gosto daqui. Gosto bastante. Amo o clima. Andar de bermuda e camiseta praticamente todo o ano, pra mim, não tem preço. Esse estilo informal de vida, esse clima de praia, sair pela rua e ver gente caminhando em traje de banho como se fosse a coisa mais normal do mundo (e por aqui é), chinelos como se fosse uma segunda pele. Reconheço que, no início, achava a coisa mais feia do mundo. Aonde já se viu andar de chinelo pela rua? Mas já saí por aí, várias vezes, de Hawaianas e bolsa (e me senti super chique!).

A praia. Ah, a praia! Esse lugar que reúne todo mundo, o lugar mais diplomático do universo. Essa facilidade que se tem aqui de "se não tiver nada pra fazer, vamos pra praia?". Também não somos "ratos de praia", não é que estejamos lá todos os finais de semana, na verdade a gente vai até bem menos do que gostaria. Mas só saber que ela está lá pra quando a gente quiser já dá um certo conforto. Aluga uma cadeira, uma barraca (guarda-sol), pega uma cerveja e ... pronto! Pode até acabar o mundo, que a gente vai seguir lá.






E por que não falar do "jeitinho carioca"? Fazer as coisas com calma, sem pressa, uma malemolência que só vi por aqui. Essa coisa de falar alto, puxar o R como niguém, escorregar no S ... o "vamos marcar um encontro, um churrasco, um passeio, um chopp" ... e nunca marcar nada. O churrasquinho na rua, o suco da esquina, os FlaxFlu's da vida, o chopp do boteco. Ah, os botecos! Ir pra lá e se sentir "em casa", conhecer os garçons, que já sabem que prefiro caipirinha de cachaça e limão mesmo, se esbaldar comendo frituras, mesmo sabendo que terei dor de estômago de madrugada.




Aqui nós vivemos momentos históricos: a vinda do Papa (e nosso Pequeno foi abençoado bem de pertinho), a trágica Copa do Mundo (até hoje pequeno sofre com os 7x1), Olimpíada (Pequeno sortudo ganhou a bola de vôlei). Apesar de não ter participado tanto quanto gostaríamos, vivemos tudo isso de perto e foi uma experiência muito legal.







Eu vim pra cá cheia de planos. E pra resumir esse parágrafo, não realizei muitos deles. Faz parte. Muitas vezes, mesmo planejando muito, temos desvios de percurso. E aí é preciso ir pro plano B, C ou quantos forem necessários. Sem estresse. E realmente é assim que vivo ... quase sem estresse.



Meu Pequeno, que chegou falando com um sotaquezinho de gringo coisa mais fofa do mundo, 5 anos depois está super adaptado à vida do País Tropical, à vida da Cidade Maravilhosa. Infelizmente só não pegou o sotaque daqui. Eu tinha esperanças de ter um filho falando "siniXtro, puRRRquê, maiX". Mas não deu. Assim como eu perdi meu sotaque, ele tem sotaque de lugar nenhum.



Também preciso ser sincera e dizer que durante estes 5 anos bateu um certo arrependimento por ter abandonado o Velho Mundo. Muitas vezes sentimos vontade de ir embora (sinceramente, o marido mais do que eu). Muita coisa que não funciona, muita coisa que desespera, pagamos um preço muito alto por coisas básicas, como educação, moradia, saúde, segurança. Perdemos dinheiro, perdemos estabilidade, perdemos mordomias. Que droga, hein?! Então, por que vieram?



Viemos para viver uma nova aventura, para conhecer coisas novas, abrir nossos horizontes (principalmente do nosso Pequeno) e, talvez o mais importante: para estarmos mais próximos da família. Não contávamos que os preços das passagens, por vezes, seriam absurdos e impossibilitariam o encontro. Mas, durante estes cinco anos, meus pais ficaram doentes, primeiro minha mãe logo, meu pai. Estar mais próximo deles foi um alívio. Mesmo não estando junto nos momentos difíceis tanto quanto gostaria. Mas, aguentar doenças graves com um oceano nos separando, teria sido muito mais difícil.



Porém, sofremos com a saudade das pessoas que ficaram lá do outro lado do imenso oceano. Ganhar em Reais com o Euro valendo quase 4 vezes mais, não facilita a nossa vida e nem possibilita a visita sempre que queremos. Faz mais de um ano que não vemos a nonna. E a saudade dói, a distância machuca. Os sobrinhos que crescem, Pequeno que cresce ... e tudo isso perdemos com a distância.

Mas, como costumo dizer, nossa vida vai ser sempre assim: independentemente de aonde estejamos, sempre sentiremos saudades. Isso é que dá ter família globalizada.

Saudade, aliás, palavra que nos acompanha constantemente: saudades dos lugares que moramos, das pessoas que conhecemos, dos amigos que deixamos, das histórias que vivemos. Acredite se quiser, sinto saudade, já, até mesmo do Rio de Janeiro. Maluca, né?

Talvez por essa incerteza do futuro, talvez por essa falta de se "enraizar" em algum lugar, talvez por ter sempre esse plano de morar num lugar, no máximo, uns 3 anos, talvez pela certeza da partida, talvez por isso, assim, como quando escrevi o nosso relato de 1 ano no Rio, a cada dia que vejo o Cristo, o marrom das pedras do Pão de Açucar, sigo respirando fundo e mentalizando a saudade que algum dia sentirei deles. E sentirei mesmo.




















Mas eu não vou sentir saudades das ruas sujas, que inundam a cada chuvinha. Não vou sentir saudades dos fios soltos nas calçadas. Dos assaltos e arrastões, de sair na rua agarrada na bolsa, sem brincos nem colares (perdi minha vaidade aqui), nem celular muito exposto. Não vou sentir saudades de ver pessoas nas filas de atendimentos médicos, morrendo à espera de exames. Não vou sentir saudade da falta de investimento em educação, de ter que pagar bem caro por algo que meu filho tinha de graça: um ensino de qualidade. Não vou sentir saudades dos tiroteios, das balas perdidas, da guerra de traficantes.



Essa cidade tinha tudo para ser realmente Maravilhosa. Mas não é. Mas não existe lugar perfeito também. Assim como todos os outros lugares por onde passei e por onde morei, todos tem seu lado bom e ruim. Mas, apesar e com pesar de todas as questões negativas, ainda assim, aqui vivemos uma vida tranquila. 

Meu marido vai a pé para o trabalho, participa ativamente na rotina do filho, é um pai presente, presente de verdade, busca o filho na escola, algumas vezes conseguimos almoçar juntos. Apesar de vivermos numa cidade grande, não sofremos com a rotina típica dela: estresses de trânsito, correria típica do dia-a-dia. Costumamos dizer que temos uma rotina de cidade pequena dentro da cidade grande. E brincamos que Botafogo, nosso bairro, é a nossa mini cidade. Isso também não tem preço.

Pequeno já é conhecido de toda a vizinhança, parece mesmo que ele está há uma vida inteira por aqui. Ele se diverte com o tucano que vem nos visitar vez que outra, com os miquinhos correndo pelos fios. 






5 anos já. Uma mão cheia. Temos a sorte de morar bem aos pés do Cristo Redentor. Todos os dias de braços abertos pra gente. Que ele siga nos abençoando, protegendo e fazendo parte da nossa rotina. Que sortudos que somos!


5 anos já. Parece que foi ontem ... que mentira! Parece que faz uma vida inteira.


quarta-feira, 1 de março de 2017

Nosso 4° Carnaval no Rio.

Sinceramente não somos muito fãs de carnaval. Há 4 carnavais temos vontade de desfrutar do carnaval da Sapucaí: assistir aos desfiles, curtir o colorido e a energia do sambódromo. Mas sempre nos enrolamos, perdemos tempo e quando a gente finalmente decide ou não tem ingressos disponíveis ou, se tem, é muito caro.

Mas o carnaval do Rio não é somente aquele famoso das escolas de samba. Aqui também tem blocos de rua, muitos, de todos os tipos, gêneros e para todas as idades.

Mas não somos muito de bloquinhos também (que "sem graça" que somos!). No nosso primeiro carnaval curtimos um pouquinho, mas não muito. Mas já de cara nos chamou mais a atenção as coisas negativas (os bêbados sem noção, a sujeira pela rua, o povo fazendo xixi em qualquer lugar) do que os pontos positivos.

Já o segundo carnaval foi mais intenso. Apesar de não muito motivado, neste ano fomos em mais blocos. Alguns legais e outros que juramos não voltar nunca mais.

No terceiro juramos que seria o último, que no próximo viajaríamos.

Mas não foi isso que aconteceu. Este foi nosso quarto carnaval na Cidade Maravilhosa. E, neste ano, foi totalmente voltado para o Pequeno. Todos os blocos que fomos foram blocos infantis. Resumindo: pra mim foi um saco. Bloquinhos bem sem graça, sem música, cheio de criança correndo, jogando confetes e serpentinas e se inundando com as malditas espumas em spray. Sem contar, os rebentos pedindo coisa para beber, coisa para comer, ir no pula-pula, comprar balão, brinquedos, etc. Que saudade dos bloquinhos com as típicas marchinhas de carnaval!

Mas, Pequeno se divertiu. E, no final, isso era o mais importante.

A primeira festa foi na sexta-feira pré- carnaval, na escola.

Pequeno já havia decidido a fantasia: pirata. Deu aquele alívio tremendo, já que era uma fantasia que ele tinha, "de outros carnavais". Mas, como alegria de pobre dura pouco ... logo a invenção que faltava:

- "Aonde já se viu um pirata sem barco?"

- "Barco?"

- "É mãe! Um barco! Daí eu enfio assim em cima, entro nele e pronto. É fácil."

Fá-cil. Aham. Momento, então, da mãe rezar para os anjinhos protetores das mães sem dotes artísticos e esperar por uma luz divina.

Fiz o que pude, dentro das minhas poucas habilidades e com os materiais que tinha disponível:

- 3 folhas de papel cartão preto
- cola
- tesoura
- 2m de fitilho
- giz de cera branco
- 4 adesivos que tinha por casa de caveirinhas
- fita adesiva
- bandeira de pirata que Pequeno já tinha em casa
- pedaço de madeira para sustentar a bandeira
- ajuda da prima que estava em casa para curtir o carnaval






Se ficou bom não sei, mas ele amou. Isso é o que importa.

Para fechar o dia com chave de ouro, ele voltou da escola pra casa com uma medalha e um prêmio (uma bola)  de primeiro lugar no concurso de fantasias. Se "achou o máximo" e me agradeceu por ter feito o barco pra ele pois, segundo ele, se não fosse o barco, ele não teria vencido. Transbordei de felicidade! Valeu o esforço, o estresse e até mesmo ter colado os dedos com Bonder.

No sábado de carnaval fomos passear por Copacabana, pra ver o clima da rua. Muita gente, muitos blocos e muita alegria.



À noite, aproveitando o clima de carnaval, ele resolveu sair mascarado para irmos ao "boteco nosso de cada dia".


No domingo de manhã foi dia de ir para o bloco com os amigos. A família toda entrou no clima:
















No domingo a tarde, hora de descanso. Só que não!  Fomos para outro bloco, curtir o carnaval dos pequenos e encontrar minha amiga de infância que estava aqui pelo Rio.

Mas Pequeno, do bloquinho, não curtiu quase nada. Logo que chegamos ele avistou uma meninada num campinho de futebol que havia na pracinha aonde estava o bloco e foi correndo pra lá.





Já na segunda, marido se deu de baixa da animação do carnaval e eu e Pequeno fomos solitos para o bloco infantil do dia.

Mas, acho, ele estava tão cansado das folias dos dias anteriores que não aguentou muito tempo e logo voltamos pra casa.







Na terça ficamos de ressaca e saímos somente a tardinha. Uma caminhadinha por Copacabana novamente, algum que outro bloquinho visto desde longe. Pequeno aproveitou para jogar um futebolzinho na praia e, assim que deu, pegamos o bonde da preguiça e voltamos para casa.


Eu não sei como esse povo aguenta, mas a verdade é que estou de ressaca, com sono, cansada. Ainda bem que aqui, com a desculpa do carnaval, as escolas enforcam a semana inteira. Pequeno retorna somente na segunda.

O problema é que o carnaval ainda não terminou por aqui.

Domingo tem o bloquinho do nosso bairro. E a coisa promete ... espero que estejamos mais animados para curtir a folia. Será?