Já faz 1 ano.

Hoje faz 1 ano que chegamos aqui na Itália. Fiz um post, que ficou gigante: muita coisa para contar e para relembrar.  Mas logo mudei de ideia e resolvi fazer um vídeo.

Tem duas pequenas, mas muito especiais, participações.

Espero que gostem!

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Mudaram as estações.

Eles já no inverno. Eu ainda no outono.

O dia amanheceu enigmático ... e cinza. Bem cinza. Na verdade, se tivesse que colocar nome na paleta de cor seria tom 'cinza tristeza'. Era aquele céu nublado, mas não nublado de chuva, nublado de feio e de frio que resolveu aparecer de repente fazendo com que todo mundo tirasse os casacos dos armários. Todo mundo, menos eu.

Precisava criar coragem para sair pra rua. Mais do que coragem, ânimo. Amanhã viajaremos para a casa da sogra e tinha muitos pequenos detalhes para organizar. Inclusive a mala.

Busquei no meu reduzido armário (resquícios do desapego em função da mudança - e isso não é uma reclamação!) e não encontrei nada que me agradasse. Ainda não fiz a reorganização típica de troca de estação. No final, já com pressa, acabei colocando o primeiro que encontrei pela frente. "Tô nem aí!", pensei. Troquei de sapato umas três vezes. Peguei a bolsa, fechei a porta e saí.

Na rua tudo seguia cinza, inclusive o ânimo das pessoas. Não teve alteração no tom: seguia tudo cinza tristeza.

Em pleno centro de Monza (que está a dois passos da minha casa) me senti totalmente fora de lugar. Todo mundo cabisbaixo, semblante sério, enrolados em casacos pesados de tom escuro. E eu ali, com meu casaquinho fininho branco com estampa de passarinho. Todos já no inverno. Eu ainda no outono.

Me senti um peixe fora d'água. Primeiro porque todo mundo estava super bem arrumado (as pessoas aqui são elegantes) e eu havia vestido o primeiro que encontrei no armário. Segundo porque dias cinzas não combinam com meu estado de ânimo. Terceiro porque, mesmo que quisesse, não teria como sair enrolada num casaco de acordo com a estação.

- "Preciso comprar um casaco!", pensei em voz alta. E se alguém ouviu, nem importa. Não devem de ter entendido mesmo.

Cheguei no centro de estética (aquele mesmo onde queimei o rosto). A proprietária estava lá, elegantérrima com seu casaco de pele (fake, espero). Logo apareceu a menina que sempre me depila. Já quase fizemos amizade. Enquanto me depilava, puxou papo e me contou que havia tido um pesadelo terrível: o namorido a havia abandonado por outra. Ficou tão agoniada que acordou chorando e o pobre do moço teve que consolá-la, quase sem entender nada.

- "Ai, ai, ai! O que essa cabecinha andou pensando?", perguntei em tom de brincadeira.

- "Sei lá! Ando desanimada. Mas acho que é por conta do clima, esse tempo feio ...".

Bingo! Ela já estava no inverno. E eu seguia no outono.

Saí de lá mais leve, com as sobrancelhas bem feitas e sem bigode. Tinha até esquecido que lá fora tudo seguia cinza ... tristeza. Tinha coisas ainda por fazer mas, quer saber ... vou comprar um casaco. Fui em três lojas diferentes. Perambulei por vários andares e, nada. Apesar de várias opções e estilos de casacos, não encontrei nenhum que gostasse. Talvez porque ainda seguisse no outono.

Eu só sabia que queria comprar um casaco preto. Mais que nada, pra combinar com o panorama e não me sentir de novo um peixe fora d'água. Mentira: é porque logo que cheguei aqui comprei um casaco amarelo que achei o máximo mas que logo enjoei. E o danado não combina com muita coisa. Preto combina com quase tudo.

Achei um modelo que nem era o que estava procurando mas que no final me convenceu. Nada especial, simples, como eu gosto.

No provador ao lado uma moça que também estava provando algo falava no telefone. Mesmo sem querer acabei ouvindo a conversa. Na verdade não entendi muita coisa. Só entendi quando ela disse: "Também! Esse tempo nojento!". Lá estava ela no inverno. E eu quase saindo do outono.

Paguei o casaco e saí pela rua feliz da vida. Deu vontade de parar no meio da praça e dizer: "Aqui ó! Também tenho casaco preto!". Mas não dava tempo. Tinha que voltar pra casa, para arrumar a bagunça, fazer almoço, organizar mala.

As pessoas seguiam carrancudas. O céu seguia cinza tristeza.

Olhei para cada passarinho do meu casaco e fui me despedindo deles. Tão bonitinhos que são! E agora a gente só vai se reencontrar daqui a alguns meses. Só de pensar bateu uma tristeza, quase combinando com o tom do céu.

Cheguei em casa e senti a sensação boa do quentinho dos aquecedores. Lá fora já fazia frio. Abrir a porta e sentir o calor do aconchego de casa deu até um alívio. O aquecimento aqui do prédio é centralizado e já foi ligado há umas duas semanas.

Eles no inverno. E eu bem nostálgica querendo logo a primavera.


“O inverno cobre minha cabeça, mas 

uma eterna primavera vive em meu coração” 

(Victor Hugo)

O Bilhete Perdido.

Semana passada voltei a estudar. Finalmente encontrei um curso de italiano que se encaixasse às minhas necessidades.

Sei falar italiano, entendo tudo, leio, não tenho grandes dificuldades com a língua. Mas ainda tenho problemas para escrever (principalmente por conta das letras duplas - as detesto! - e na conjugação de alguns verbos). 

Quem me conhece sabe o quanto é importante para mim escrever. Com o Italiano ainda não me sinto livre para tal, o que me causa um certo desconforto.

Fiz a inscrição no curso e logo fui chamada para entrevista e teste de nível. Tudo ok tanto na entrevista quanto no teste. Já fui autorizada a iniciar o curso no dia seguinte.

Como foi tudo meio em cima da hora, só tive tempo de comprar um caderno no supermercado e peguei algumas canetas, lápis, apontador emprestados com Pequeno. Ele, bem empolgado, queria me dar canetinha, marcador de texto, corretor, etc. Pra mim bastava simplesmente algumas canetas de cores diferentes, lápis, borracha e deu. Pra tristeza do Pequeno. Ah! Também peguei emprestado um estojo.

Pela manhã nos despedimos e ele, com um sorriso lindo no rosto, me disse:

- "Boa aula pra ti também, mãe!"

Sorriu e logo disse:

- "Que legal te dizer isso!"

Fui pra aula. Gostei muito. Tem bastante gente de todos os lugares possíveis, mas ainda não tive tempo de conversar com muita gente. 

O tempo de aula passou voando, como acontece com os momentos interessantes. Não sobra lugar para o tédio.

Pequeno voltou da escola, contou como havia sido o seu dia de aula e se interessou por perguntar todos os detalhes da minha primeira aula: se havia gostado, como era o professor, os colegas, que matérias havia estudado e se dispôs a me ajudar nos deveres caso tivesse alguma dúvida.

De repente ele pergunta:

- "Tu gostou do meu bilhete?"

- "Que bilhete?"

- "O que eu botei dentro do teu caderno ..."

- "Não tinha bilhete dentro do meu caderno."

- "Tinha sim. Botei na primeira página."

Então fui procurar no caderno  e ... nada. Achei o bilhetinho que ele havia escrito caído no fundo da bolsa. 


Ainda bem que eu não achei. Teria passado vergonha logo na primeira aula, chorando de emoção :)

Obrigada, Pequeno!

Eu também sou muito orgulhosa de você ... e te amo, em todos esses idiomas e além!

A vacina pra ele. O soco no estômago pra mim.

Sexta-feira passada Pequeno precisou faltar à escola. Tinha agendamento para tomar vacinas (segunda dose de uma, quinta de outras, sexta de outra). O horário agendado era bem no meio da manhã (não tivemos opção de escolha) e daria tempo de  assistir somente a primeira aula. Assim que resolvemos que ele não iria à escola. Dormimos um pouquinho mais do que o de costume, tomamos café e saímos, com calma, sem pressa e sem estresse.

No final, o atendimento atrasou em mais de uma hora, fora os vinte minutos que temos que ficar na sala de espera, para controlar caso tenha algum efeito da vacina. No caso dele, das vacinas.

Dois meninos que entraram antes dele passaram mal. Um quase desmaiou bem do nosso lado. Foi até engraçado ('engraçado' foi só expressão. Eu sei que não tem graça!) ver o menino mudando de cor ao sair da sala de vacinação. Até que ficou branco igual ao fundo aqui do blog, se amoleceu todo e se atirou nas cadeiras bem desconfortáveis da sala de espera.

Pequeno, que nem é dramático, só cochichava no meu ouvido: "Mãe! Eu não quero desmaiar!"

Pequeno nunca teve problema para tomar vacinas. Até mesmo quando era bebê: fazia beicinho, alguns segundos de choro e logo já estava sorrindo pra todo mundo.

E assim foi: entramos e ele já foi direto para maca, tirando casaco, blusa. Sentei, entreguei o relatório de vacinas dele, mais alguns papéis que me deram no momento do agendamento. Enquanto assinava a autorização para vacina, escutava Pequeno tagarelando com a enfermeira. Os dois em altos papos, nem aí pra nós (eu, a enfermeira que me atendia e um moço que parecia enfermeiro também - ao menos estava de jaleco - mas que basicamente estava ali somente observando).

A enfermeira deu as vacinas e logo compartilhou conosco, meros observadores de todo aquele blablablá,  parte do assunto entre ela e Pequeno: "Viu?! Ele me disse que gostava muito do Brasil, mas que infelizmente ali existem problemas bem sérios como insegurança, desigualdade ...".

Enquanto o ajudava a descer da maca, ela me parabenizou pelo comportamento dele. Acho que na verdade estava aliviada por ele não ter sido mais um passando mal.

Enquanto Pequeno colocava a blusa (fez duas vacinas: uma em cada braço, tadinho!), a enfermeira me disse:

- "Tudo ok com o calendário de vacinas dele. Hoje ele tomou as últimas que precisava. A próxima vacina somente com 22 anos."

Ao escutar as frases, tive a sensação nítida da minha alma saindo do corpo. Viajei ... fui pra longe. Tanto que nem escutei qual era o raio de vacina que teria que tomar com 22 anos. Na minha cabeça só ecoava o "... a próxima com 22 anos".

Nos sentamos na salinha  dando início à espera dos 20 minutos de observação e fiquei refletindo. Deu um aperto no peito, eu juro! A sensação nítida do tempo passando voando. 

Como assim? Não vou mais precisar levar meu filho pra tomar vacina? Ou, o que é pior ... aos 22 anos  com certeza ELE não vai querer a minha companhia.

Passou um filme, um flashback de todos os momentos de vacinas do Pequeno. 

Desde a primeira, quando doeu mais no pai dele do que nele a vacina bem dada, sem dó nem piedade, naquela coxinha cheia de dobrinhas. Todo o cuidado que tinha ao trocar fraldas ou dar banho, zelando pelo curativinho que colocavam. 



A primeira vacina no braço, quando ele aguentou firme e forte a dorzinha, mas deixou escapar uma pequena lagrimazinha. 


A saga da vacina BCG quando fomos morar no Brasil (falei sobre isso aqui). 

A felicidade quando tomou pela primeira vez uma vacina "de gotinha" e perguntou  "Por que todas as vacinas não podem ser assim?".

Os minutos no relógio foram passando. E eu, quanto mais pensava, mas sentia uma dor, que saía do peito e ia até pra alma. (não é só Pequeno que é dramático)

Acabou. Latejava na minha cabeça: a-c-a-b-o-u!  Acabei meu papel de mãe neste quesito. Como assim meu filho não vai mais precisar de mim pra tomar vacina?

Quis me enganar e enquanto ele fazia brincadeirinha  e dizia feliz da vida: "Uhulll, próxima vacina só com 22 anos ... e vou sozinho!", larguei um "Ainda bem!".

Mas era tudo mentira, Pequeno. Ainda bem nada! Quando chegar o momento da próxima vacina, gostaria de estar ao teu lado, te confortando com o olhar, rindo das tuas tagarelices, assinando por ti o papel, explicando que teu calendário de vacinas é meio bagunçado porque tem vacina do calendário espanhol, brasileiro e italiano. Eu gostaria de olhar com confiança para a enfermeira que irá te aplicar a vacina e dizer: "Vai de leve, que esse braço aí pertence ao que de mais valioso tenho na minha vida!". Gostaria de ir pra sala de espera, aguardar os 20 minutos e ficar batendo papo contigo, enquanto te faço um cafuné.

Vai saber aonde tu estarás? Ou onde eu estarei ...

Parece que foi ontem que andava contigo pra cima e pra baixo, por esses postos de vacinação do mundo afora, preocupada com as agulhas, com as reações, se terias febre, dor. E de repente me dizem: "Deu! Acabou! Cumpriu muito bem a sua tarefa, mas seus serviços como 'mãe que leva o filho pra vacinar' não serão mais necessários". Demissão sem justa causa.

Eu confesso, meu filho: essa última vacina doeu mais em mim do que em ti. Eu juro!

Férias, quase nem te vi.

Eu juro - juro mesmo! -  que achei que tivesse feito um post aqui avisando do "sumiço" por conta das férias. No final de julho fomos para Londres (fico devendo o post mas quem quiser saber mais sobre essa viagem, só visitar o canal do mais novo Youtuber do pedaço: Nicola e seu Mundo. Ele fez um vídeo especial sobre a viagem). E,  no início de agosto, fomos para o Brasil. E olha que tinha coisa para contar ... mas o post não está aqui ... nem nos rascunhos do Blogger. Não sei onde ele foi parar. Fazer o quê?!

deu tempo até de fazer meme

Foram 35 dias de férias no Brasil. Depois de 8 meses corridos, de novidades, aventuras, alguns estresses e alguma que outra surpresinha negativa não prevista (tipo, queimar o rosto com ácido - quem perdeu, clica aqui ), merecíamos um descanso. Ufa!

Na verdade, descansar o que se diz 'descansar', quase nada. E me diz: como se descansa com uma família como a minha? Sempre tem um motivo para reunir, comemorar, celebrar, seja lá o que for. E, quando não se tem um motivo concreto, eles inventam: um encosta carne qualquer (churrasquinho delícia), salchipão, sopas e cremes, entreveiros, pizza (do Dedé, deliciosa!) sempre "só para os de casa" ... e tudo muito bem acompanhado com uma boa de uma jogatina ou um karaokêzinho para descontrair.

O único problema é que  arrumar uma mesa para "só os de casa" requer tempo, habilidade e espaço afinal de contas mesa para quase 40 pessoas não é tão simples assim. Mesmo quase nem querendo, vira sempre uma festa.

Conseguimos fazer quase tudo que havíamos planejado, mas não conseguimos o principal: reencontrar todas as pessoas que gostaríamos. O tempo voou, como sempre.

Fomos ao Rio de Janeiro e conseguimos matar um pouco da saudade das pessoas queridas que conhecemos lá e dos lugares que gostávamos. Deu tempo até de fazer coisa 'corriqueira' de antigamente como  ir ao dentista, mercado, banco. A sensação de que 'parece que nem partimos' era constante. Mas a 'ficha caiu' logo que chegamos, no trajeto do aeroporto para o hotel. Quando passamos reto com o taxi pelo nosso antigo bairro caiu até uma lagrimazinha do meu olho.


Forte de Copacabana

por Botafogo

Botafogo

Praia Vermelha

Copacabana

Foram poucos dias no Rio mas recebemos o que mais estava nos fazendo falta desde quando fomos embora: calor humano. Reabastecemos o coração com o carinho que recebemos e tivemos, mais uma vez, aquela sensação boa de gratidão.



Retornamos ao Sul e celebramos os 83 anos do meu pai, numa daquelas festas simples 'só para os de casa'. Como sempre virou farra, com direito a muita comida, bebida, risadas e cantorias no karaokê. Ver a felicidade do meu pai e que, apesar dos pesares, ele segue firme e forte, não tem preço.

No mesmo final de semana, celebramos o aniversário da dinda do Pequeno e, juntos à aniversariante, pegamos a estrada rumo a Floripa. Visitamos lugares que ainda não conhecíamos e conseguimos aproveitar a cidade apesar do pouco tempo.


Santo Antonio de Lisboa, Floripa



Praia da Joaquina





Guarda do Embaú





Voltamos e celebramos o aniversário do Pequeno. Os tão esperados 12 anos chegaram com farra, muitos presentes, festinha antecipada no final de semana "só para os de casa" (manda fazer brigadeiro para 40!). No dia do aniversário mesmo, que caiu numa quarta-feira, comemoramos com um já tradicional café da tarde.





Segundas, quartas e sextas meu pai faz hemodiálise. É liberado lá pelas 16hs, hora sagrada do café da tarde. Lembra que eu falei que minha família não economiza motivos para se reunir, celebrar, comemorar? Pois então: toda segunda, quarta e sexta se você chegar na casa dos meus pais a tarde, vai achar que tem festa. Mas não. Trata-se simplesmente da já tradicional hora da "selpie*" do café.

* selpie: maneira carinhosa e particular que minha mãe tem de dizer 'selfie'



Pequeno curtiu pra caramba! Tanto que nem encontrou tempo para fazer os últimos deveres de escola pendentes. Dormiu na casa dos tios, bateu bons papos com o avô, assistiu praticamente toda a programação do Netflix que só passa no Brasil e não passa na Itália, reencontrou amigos queridos no Rio e em Porto Alegre, foi em jogos do Grêmio. Teve até sua primeira experiência de passar a noite em claro, no dia em que o primo convidou os amigos para dormirem na casa dele e teve o bom coração e paciência de chamar o primo pirralho para participar. Obrigada, Lilo!










Eu comi muito, bebi mais vinho do que água (mas bebi muito chimarrão para compensar), cantei no karaokê, me diverti, me estressei, me emocionei, matei quase todas as saudades possíveis e recarreguei minhas energias para a volta à casa.



A viagem de retorno foi bem cansativa, mas precisávamos estar firmes e fortes pois logo no dia seguinte à chegada teríamos visita. E, também, logo na segunda (chegamos no sábado) as aulas do Pequeno iniciariam. 

Correria total! Tanto que ainda nem terminei de lavar todas as roupas das férias, ainda tem alguma que outra desorganizaçãozinha pela casa e aqui pelo blog só apareci hoje. A preguiça pós férias ainda segue por aqui. Desculpem.

Contagem regressiva para Abril, quando retornaremos ao Brasil. Rá! Mas disso a gente conversa mais adiante.

Vida que segue (felizmente!):  já teve até reunião de escola, marido viajando a trabalho, vontades e projetos querendo se organizar, verão dando adeus ... enfim ... é o tempo, como sempre, que voa!




Já faz 1 ano.

Hoje faz 1 ano que chegamos aqui na Itália. Fiz um post, que ficou gigante: muita coisa para contar e para relembrar.  Mas logo mudei de...