segunda-feira, 10 de abril de 2017

Pequenices Rapidíssimas.

Voltávamos do curso de Inglês. Pequeno, então, me diz:

- "Sabe o meu colega o "fulaninho"?

- "Aham. O que tem ele?"

- "Faz duas aulas que ele não vem. A teacher disse que ele tá doente, tá  com gastrovertites."

- "Gastroenterite, filho."

- "É ... então ... gastrover ... como era mesmo? Isso é grave, mãe?"

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Temos duas fotos expostas na nossa sala. Uma da família do marido e outra da minha família. Uma maneira que temos de mantê-los pertinho sempre.

Pequeno, vira e mexe, passa pela foto da minha família, pega o porta retrato, olha pra foto, essa daqui debaixo


e sempre comenta:

- "Não dá pra passar por essa foto e pensar que meu vô tá a cara do Nicolás Maduro!"

Humpf! Mais quisera o Nicolás Maduro chegar à sola do sapato do meu pai ...


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- "Mãe! Tu vai me comprar ovo de Páscoa, né?"

- "Não vou, não."

- "Mãe!"

- "Tá muito caro, menino ... deixa passar a Páscoa que eu te compro chocolate."

- "Poxa, mãe! Tudo bem que eu sei que Coelhinho da Páscoa não existe, que quem dá chocolates são os pais, que tem que comprar. Eu sei que alguns ovos estão bem caros, também sei que depois que passa a Páscoa eles baixam de preço, porque as pessoas não compram. Mas, mãe ... Páscoa é Páscoa ... e eu ainda sou uma criança, né?! Não tem graça nenhuma ganhar chocolate depois, porque daí vai se tratar de um dia normal ... e não Páscoa. Entendeu? "

Golpe baixo o dele ...

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